A NECESSIDADE DE FAZER ALGUMA COISA

Esse blog representa mais uma tentativa de ajudar os animais, na verdade, ele existe mais pela fé do meu marido do que por mim mesma...

Me chamo Natália, e me entendo como protetora desde muito pequeninha, quando aos nove anos resgatei aquele que viria a ser meu primeiro, único e melhor amigo, um cão atropelado. Ele se rastejava em frente a escola que estudava, e quando o vi, sabia que não podia pegá-lo e muito menos que poderia andar sem um adulto, mas aquele olhar não me deu alternativa, peguei ele no colo e saí pedindo ajuda.

Esse história teve um final feliz para o cão, mas não para mim, minha mãe e hoje meu marido que me veem sofrendo diariamente junto com os animais.

A minha mãe, Alba, sempre ouvia dos amigos, e me repassava frases como: "quando você fizer quinze anos isso vai passar..."; depois ela repetia a frase alterando as idades, dezoite, vinte... Não adiantava, e logo veio a faculdade, me formei em direito, ouvindo que o meu sofrimente desesperado iria acabar. Acabou! Me formei com a esperança de fazer alguma coisa relevante em favor dos animais, e a minha luta continuava solitária e sem os avanços que necessários.

Cumprida essa etapa da vida, começei a ouvir uma típica frase popular, só que é claro, adaptada a minha realidade de protetora: "quando casar passa", me casei, continuo tendo a proteção animal como único e maior objetivo da minha vida, só que agora, conto com um protetor que está comigo em absolutamente todos os momentos do meu dia, que é claro, sempre tem resgates, apuração de denúncias, e formulação de projetos pró animais em sua maioria, meu marido, Fabrício. E ele é o responsável pela existência desse blog, pois a minha fé já se mostrava um pouco fragilizada, mas continuo pensando a mesma coisa que no episódio do cão atropelado, Deus não quer o nosso bom, mas sim o nosso melhor, e é isso que vou fazer aqui nesse blog em defesa dos animais, vou dar o meu melhor.

Esse cãozinho precisa da sua ajuda

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Hoje vou falar de um 'assunto' aqui no blog que muito me ocupou nas últimas semanas. Um cão! Isso mesmo um cachorro. Vou contar toda a história para que vocês leitores de A Mosca Azul possam entender melhor:


A poucos dias recebi uma ligação de uma amiga (Lenita) que cuida de mais de 70 cães abandonados por doença, maus tratos e etc... que me pediu que ficasse com um cãozinho (de rua) doente por uma noite em minha casa, pois ela estava sem lugar para abrigá-lo. Apesar de temer a idéia de ficar com o cão acabei aceitando. Quando ele chegou me espantei com estado dramático em que estava o jovenzinho e acabei passando a madrugada cuidando dele.



No dia seguinte ela o levou e desde então nunca mais consegui deixá-lo... E foi a partir desse dia que comecei a entender o grave problema que cada vez mais ganha espaço na mídia: maus tratos contra animais. E foi justamente isso que aconteceu com esse cão que tive a felicidade de poder ajudar.

Ele foi resgatado em frente ao hospital veterinário da UENF, e por incrível que pareça foi ignorado não tendo qualquer a ajuda por parte dos acadêmicos e "profissionais" que lá estavam (A esses pseudo profissionais você criador pode estar entregando seu animal para consulta, higienização etc sem saber). Logo me veio a pergunta. Existe omissão de socorro em relação aos animais??? Pois este animal foi covardemente ignorado por aqueles que mais tinham que protegê-lo.

Leva-lo ao CCZ??? Como??? É voz corrente que a prática que lá impera é a da eutanásia, sacrifício, morte desses animais apreendidos.(Leia Aqui).

E em especial, esse cão certamente não teria chance de sobreviver, pois mal se mantinha em pé devido a uma profunda desnutrição, que como as pessoas que ajudam esses animais chamam: "mal de cuia", além disso, tinha feridas abertas nos quartos, provavelmente de alguma pancada ou atropelamento, e o exame de sangue acusou herlíquia, doença do carrapato, o que deve ter sido a causa da sua atual cegueira, o que dificulta ainda mais sua adoção. Após muitas idas ao veterinário e cuidado diário com alimentação e medicamentos 'Niki' foi se recuperando (como podem ver nas fotos) e sobreviveu.

GOSTARIA DE PEDIR AOS LEITORES QUE GOSTEM DE CÃES OU MESMO QUE CONHEÇAM PESSOAS QUE POSSAM ADOTAR, QUE NOS AJUDEM A DAR UM LAR PARA ESSE JOVENZINHO (Niki) QUE JÁ SOFREU DEMAIS.

NOS AJUDEM!!! Ligue para (22) 9981-9751 (Lenita - Campos/RJ) ou para o número do blog.

Ps.: Aceitamos doação de ração. AJUDE TAMBÉM COMPARTILHANDO NO TWITTER, FACEBOOK E ETC.

Fonte: Blog A Mosca Azul

Por que os cães balançam o cauda?

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E agora revelamos um dos mistérios da natureza que vem açoitando as mentes humanas desde os primórdios: Por que os cães balançam a sua calda? Geralmente crê-se que um cão mexe sua cauda quando se encontra feliz, ou em todo caso excitado e alegre. No entanto, isto não é de todo verdadeiro, o balançar da cauda por parte dos cães é equivalente às expressões faciais nos humanos, não só demonstram felicidade ou alegria como expressam toda uma gama de emoções e sentimentos.

Dita característica se desenvolveu por causa da maneira que os cães vivem e caçam em estado natural. Bem como os humanos os cães são animais altamente sociáveis e grupais, pelo que ao longo dos milênios, diferentes características foram surgindo para maximizar a comunicação grupal. Por exemplo, um cachorro com a cauda parada e tensa e que ao mesmo tempo emite um latido ou grunhido agudo, está indicando um perigo próximo aos membros de seu grupo.

Não obstante, o sistema de comunicação dos caninos é muito complexo, e neste intervêm várias partes do corpo as quais são utilizadas simultaneamente, É justamente por isto que mexer a cauda não sempre significa alegria ou felicidade, aliás se o cachorro o faz "empurrando" suas orelhas para atrás e mostrando os dentes o mais provável é que esteja pensando em atacar-nos.

A intenção de acasalamento, a alegria e o ataque são todas emoções que se comunicam mexendo a cauda e só se diferenciam por alguma variação na velocidade do balanço da mesma, ou a posição das orelhas e o focinho. Efetivamente não estaríamos errados ao pensar desta maneira já que os cães em seu ânus possuem glândulas secretoras que ao serem estimuladas pelo movimento rítmico de suas caudas, liberam diferentes sinais de feromônios.

Enquanto os humanos perdemos em grande parte nosso sistema de comunicação hormonal, nos cães, este tipo de comunicação segue sendo a mais forte de todas. É assim que ao ser captadas por outros membros do grupo estes podem determinar a idade, status social, fertilidade, etc do membro que as emite. Nota curiosa: Os cães de caça geralmente tem a sua calda cortada, não só por estética, senão para evitar a comunicação durante a caçada e assim evitar que desobedeçam as ordens de seus donos.

De fato, na natureza, o cauda longa esta muito relacionada a propriedade dominate. Um cão selvagem, quanto mais longa seja sua cauda, tenderá a ser dominante. Um claro exemplo disto existe nos Doberman, cuja disposição anatômica da cauda entorpece seu movimento, razão pela qual sua comunicação com outros cães é dificultada. Por este motivo sempre foram considerados ani-sociais. O sinal de um leve e pausado balançar da cauda com as orelhas levantadas:

O cão não sabe se a pessoa ou objeto em questão é amigável ou não, então move sua cauda duvidosamente e se mantém atencioso para responder ante qualquer ataque. Um movimento brusco por parte da pessoa e a reação do cachorro pode ser violenta. Esconder a cauda entre as patas: Temor, medo ante a situação. Além de proteger os testículos nos cães machos isto impede a secreção de feromônios, fazendo a detecção do cachorro mais dificultosa.

A grosso modo, evolutivamente, os cães que escondiam sua cauda entre as patas enquanto escapavam de uma matilha inimiga ao espreito tinham maior possibilidade de sobreviver. Um balanço rápido e curto mostrando os dentes e empurrando as orelhas para atrás: O cachorro se encontra disposto a atacar, está convicto de que a pessoa ou objeto não é amigável. Cauda tensa e parada com o pêlo crispado: Geralmente quando os cães crispam o pêlo de seu lombo e cauda não é um sinal amistoso, mas também não é um sinal de ataque.

Significa que o cão não atacará, mas também não deixará o território. O melhor a se fazer nestes casos é retirar-se lentamente. Um movimento rápido da cauda que move também a parte traseira do corpo: Felicidade, alegria. Parar a cauda e dobrar a ponta levemente para a frente (lado da cabeça): Indica supremacia, geralmente o macho e a fêmea dominantes caminham desta maneira.

Os sinais listados dificilmente diferem de um cão para outro, mas lembre-se que a cauda não é a única característica de comunicação dos cães. Balançar, ocultar ou mostrar dentes, orelhas ou patas pode ter um significado que só o seu cãozinho tenha e que você deverá descobrir.

FONTE: www.mdig.com.br/